quinta-feira, 30 de abril de 2009

Samba do amor bonito

Dê uma trégua, meu amigo,
Dê uma trégua
E não me diga nada sobre amar em paz
O meu amor ainda declara guerra
Então me conta coisas boas a mais

Oh meu amigo, há tanto de bonito
Há meus planos, e os planos do meu bem
Há um fogo que arde de repente
E o perfume, assim seja sempre, amém!

Dois destinos diferentes
Em estradas quase iguais
O amor que o outro sente, ou mente
Faz inveja pros demais
Há de acreditar no sonho de viver
Bem ao lado de um amor
Há de ver que esta vida vale a pena
Há de amar sem medo ou dor

Oh meu amigo, há tanto de bonito
Há o fim do amor hostil
A tal dor que dói e não se sente
O amar, e um desvario.

(escrito em 11/12/2008)

2 comentários:

Li disse...

O amor é um carma inevitavel sempre acompanhado de algum tipo de sofrimento,sempre o vi como o mais parradoxal dos sentimento ao mesmo tempo que é a maior fraqueza humana mostraze sua maior grandeza.Adorei o poema!

Carolina Vicentini disse...

"Dois destinos diferentes
Em estradas quase iguais
O amor que o outro sente, ou mente
Faz inveja pros demais"

bonito! muito bonito. tô sempre aqui, neguin. ainda que não comente sempre.
beijo!!