sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A pergunta veio à mente


O que que eu tô fazendo aqui?

Hein? Ao lado dessas pessoas chatas, a me encher o saco.
Parem com isso, céus! Não precisa perguntar se tá tudo bem, não, se eu to enxergando tudo certinho ou se eu to precisando de alguma coisa.
Sabe qual é? Cheguei até aqui sozinho, com minhas próprias pernas! E eu tenho certeza que é assim que eu vou embora daqui. Por mim.
E pode mesmo me olhar com cara feia, pra essa minha cara fechada de quem comeu e não gostou. Não gostei, mesmo! Não engulo essa babaquice, essa futilidade, esse apego ao que não presta. De não prestar já basta eu, e ainda tenho que aguentar vocês?
Deixem de me atormentar e fiquem longe de mim! Não precisa me ligar pra saber se eu to chegando, se eu venho, se eu fui. A quem mais preciso notificar os meus movimentos? Acreditem, a quem eu achar que devo, o faço sem pestanejar. Mas não movam uma palha que venha a invadir o meu espaço.
Agora se não estiver percebendo que não está agradando, tá bacana, fique a vontade. Porque a hora que eu agir, pode acreditar que é uma vez só.
E tenho dito.

Um comentário:

Renato Menezes disse...

coisas de todo dia...