quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Só eu.

Talvez o cantor dessa música do rádio nem tenha idéia do que está dizendo, e francamente, é possível se garantir até certeza.
O beijo doce tem mesmo gosto doce. E o suspirar de prazer é algo assim, que para muitos, segue inimaginável. É o que ele diz, mas...

Ela apareceu e desta vez foi em sonho. Quando a vi, quase nem soube o que pensar. Ao se aproximar, então, ensaiei comigo mesmo, talvez quinze ou vinte vezes, aquilo o que falar. Mas não deu.
Qualquer elogio é muito pouco perto da beleza e do encanto que aquela combinação sorriso-e-olhos tem. Qualquer flerte se desarma por si só quando a vítima é a dona de tal promessa de um momento perfeito. Não há o que fazer, se não, respirar fundo, sorrir de volta, abraçar forte e deixar de fora qualquer sentimento ruim. Ela é mesmo intensamente irresistível.
O mais curioso é a habilidade que a moça-mulher tem de estar ao alcance. É aquela sensação de que todos os olhares famintos a procuram, desejam, cobiçam, mas o alcance está aqui, comigo.

Se ela sabe de tudo isso? Não sei.

Eu sei.

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