terça-feira, 25 de junho de 2013

Insisto


 “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.
  Amyr Klink (em Mar Sem Fim)




Em nome de todas as coisas que não têm nome e que, ainda sim, celebram-se por si só.
Em nome de todas a viagens que ainda irão acontecer. Cheias de sons e de palcos, porque é preciso entrar de cabeça - mergulhar, enfim - pra poder fugir de qualquer coisa. E fugir do que é normal vai ser sempre a melhor parte.



Nenhum comentário: